segunda-feira, 15 de abril de 2013

A PARÁBOLA DO LÁPIS



Certo dia, um fabricante de lápis conversava com os seus lápis, dizendo a cada um deles as seguintes palavras:
– Existem cinco coisas que você precisa saber antes de eu enviá-lo para o mundo. Sempre se lembre delas, e você se tornará o melhor lápis do universo.
Primeira: você poderá fazer grandes coisas, mas só se você se permitir estar seguro na mão de alguém.
Segunda: você experimentará um doloroso processo de ser afiado de vez em quando, mas isso é exigido se você quiser se tornar melhor do que já é.
Terceira: você tem a habilidade de corrigir qualquer mal entendido que puder ocasionar.
Quarta: a parte mais importante que existe em você está do lado de dentro.
Quinta: não importa a condição, você deve continuar escrevendo. Você deve sempre deixar uma marca clara e legível – não importa o quão difícil seja a situação.
Todos os lápis entenderam, prometendo lembrar sempre as palavras do seu criador, e entraram na caixa, compreendendo o propósito do seu fabricante.
Somos também como um lápis. Fomos criados com um propósito pelo nosso Criador.
E então, será que compreendemos tudo isso a cada dia?
“... todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” Romanos 8.28
Autor desconhecido.
Colaborou: pastor Mauricio Campos

A REVOLTA NÃO ATENTA PARA OS RISCOS




No meio dos obreiros, Deus está à procura de homens e mulheres revoltados como Josué e Calebe:
"... Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela. [...] Se o senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão-somente não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais o povo dessa terra, porquanto, como pão, os podemos devorar; retirou-se dele o seu amparo; o Senhor é conosco; não os temais”. Números 13.30 e 14.8-9
Ele está à procura de revoltados como o levita, que teve sua mulher violentada pelos homens de Gibeá, e tomou uma atitude, como:
“...Nunca tal se fez, nem se viu desde o dia em que os filhos de Israel subiram da terra do Egito até ao dia de hoje...” Juízes 19.30
A revolta é o combustível da fé e da coragem. Um revoltado perde a noção do perigo, do medo e parte para cima, toma atitude, vai para o tudo ou nada, se lança na dependência total de Deus, colocando sua vida, seu tudo e seu querer nas mãos dEle.
Se você é um obreiro, tem o Espírito Santo, é de Deus, por que o medo, então? Por que aceitar passivamente a situação vigente? Por que aceitar que as escrituras continuem no papel? Por que ter a vida igual ou pior do que a dos vizinhos, parentes, amigos, que até zombam do seu Deus? Revolte-se agora! Aí mesmo onde você está lendo essa palavra, como Davi fez:
“Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto? Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração cada dia? Até quando se erguerá contra mim o meu inimigo?” Salmos 13.1-2
Sabe até quando, obreiros? Até você sair do morno e partir para o quente; sair da dúvida e partir para a fé; até você lançar fora a capa da religiosidade e fazer o que nunca fez no altar. Caso contrário, sua formatura no dia 17 não vai passar de uma mera cerimônia religiosa. Essa é a hora. Essa é a sua vez.
Deus os abençoe.
* Imagem meramente ilustrativa

LOUCURA DA FÉ



Com grande sacrifício você compra um automóvel novo e, ao ligar a chave na ignição, ele não pega.
Qual a sua reação?
Pacificamente você entra em jejum e oração para resolver tal problema ou, revoltado, você recorre aos seus direitos?
Você dá um duro danado durante o mês, mas quando vai em busca do salário, o patrão não tem com que pagar.
O que você faz?
Vai reclamar com Deus ou na justiça trabalhista?
É claro que você escolhe a segunda opção.
Por quê?
Porque você tem consciência de seus direitos e não aceita ser ludibriado, enganado ou privado deles, não é mesmo?
Você cumpre sua parte na aliança com Deus.
Cumpre seus deveres de servo, obedece aos mandamentos de Deus, é fiel nos dízimos e ofertas, mantém a consciência pura, etc. Mas, na hora de suprir a família com o pão nosso de cada dia, não há dinheiro.
Parece que as janelas do Céu ainda estão fechadas para você.
Qual a sua reação?
Vai ficar esperando cair do céu ou cobrar de Quem prometeu abri-las?
E é justamente neste momento que sua fé ferve e o arremete a atitudes.
Num ímpeto de ira e indignação contra a miséria, você pega a Bíblia e parte para tudo ou nada, vida ou morte e, corajosamente, reivindica o cumprimento daquilo que está prometido diante do Senhor.
Mas uma coisa sua fé não aceita: continuar na mesmice de vida. Afinal de contas, estômago não tem paciência.
Essa reação é a mais pura expressão da fé.
Creio que Deus tem permitido Seu povo sofrer injustiças justamente para exercitar a fé nos seus direitos e não deixá-la engessada por hábitos religiosos.
Se a posse do Reino dos Céus se faz por intermédio de uma fé sacrificial e agressiva, imagino que todas as demais também.
"E, desde os dias de João Batista até agora, se faz violência ao Reino dos Céus, e pela força se apoderam dele." Mateus 11.12 BRC
* Imagem: Reprodução do Filme "300"

CONSCIÊNCIA PURA



"Mantendo fé e boa consciência, porquanto alguns, tendo rejeitado a boa consciência, vieram a naufragar na fé." 1 Timóteo 1.19
Para que tenhamos sucesso no desenvolvimento de nossa Salvação, com o objetivo de chegar até o fim, em plena atividade de fé, é extremamente necessário que todos os dias possamos meter a mão na consciência - expressão que significa examinar atentamente os próprios atos ou sentimentos.
A consciência é uma voz que fala no mais profundo do ser humano. Ela clama quando está sendo manchada pelo pecado cometido. Com a má consciência a fé se inibe, fazendo com que a dúvida se manifeste junto com a insegurança e o medo.
Muitos dos que um dia estiveram conosco e hoje se encontram sem Deus, caídos neste mundo, rejeitaram essa voz, pois "...o espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência..." 1 Timóteo 4.1-2
Com a boa consciência, temos intrepidez para entrar no "Santo dos santos” (Hebreus 10.19-22), como temos também intrepidez para: “... proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados.” Isaías 61.1
A consciência pura é um dos nutrientes indispensáveis à manutenção das funções vitais da fé sobrenatural, por isso façamos como o apóstolo Paulo, que: “Tendo esperança em Deus, como também estes a têm, de que haverá ressurreição, tanto de justos como de injustos. Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Atos 24.15-16
Obreiro (a), lute para manter a consciência pura, santificando-se a cada dia, para:“apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior.” 2 Timóteo 2.15-16
Deus os abençoe.

Um mecânico que Deus abeçõou




Após um início promissor em sua vida escolar, Robert Gilmour LeTourneau abandonou os estudos aos 14 anos. Era a ovelha negra da família. Enquanto seus irmãos estavam há anos no mesmo serviço, Robert não conseguia parar num emprego. Por anos, seus pais oraram por ele, até que Robert finalmente despertou e começou a buscar sua salvação. Anos depois, descreveu seu encontro com Deus da seguinte maneira: “Nenhum relâmpago me atingiu. Eu só orei ao Senhor para me salvar, e então, tive certeza de sua presença. Nenhuma palavra foi dita. Não recebi nenhuma mensagem do além. Só o que aconteceu foi que toda a minha amargura foi drenada, e eu fui cheio de um tão grande alívio que eu não podia conter em mim.”
Depois de seu encontro com Deus, surgiu uma imensa vontade de levar outras pessoas à mesma experiência, e achava que a única maneira de fazer isso seria no Altar. Ao pedir um conselho ao pastor, ouviu:
"Sabe, irmão LeTourneau, Deus precisa de homens de negócios tanto quanto de pastores e missionários."
Decidiu, então, tornar-se um homem de negócios de Deus, alguém com quem Ele pudesse contar para financiar Sua obra, e tornou-se dizimista fiel. Mas nem tudo foi um mar de rosas.
Em sociedade com um amigo, abriu uma empresa. Tudo parecia bem, até que teve de se ausentar para trabalhar com manutenção de navios durante a Primeira Guerra. Ao voltar, descobriu que estava endividado e falido. Para saldar as dívidas, trabalhou no conserto de um trator e foi contratado pelo proprietário para nivelar vários acres de terra, usando também um scraper (raspadeira). Apaixonou-se pelo trabalho. Comprou um trator e, com um scraper alugado, começou o negócio de terraplanagem.
Em maio de 1921, estabeleceu uma oficina de engenharia para projetar e construir suas invenções. Em 1930, já com duas fábricas, vislumbrou um próximo ano de ganhos sólidos e prosperidade. Ali, seus pés escorregaram. Disse que não daria o dízimo aquele ano, e sim o investiria na empresa, para que no próximo ano pudesse“dar um valor de que Deus pudesse se orgulhar”.
Achou que poderia fazer as coisas de seu jeito e que Deus não se importaria, afinal de contas, receberia “sua parte” no fim do período. Anos depois, reconheceu: junto com o orgulho, também tinha medo. Estava querendo ver primeiro se o negócio iria dar certo. Enganosamente, achou que se Deus quisesse receber, teria de abençoá-lo, e não que tinha primeiro que crer e dar. Ele mesmo escreveu: “Deus não faz negócio dessa maneira. Deus não nos diz para voltarmos no próximo ano, quando pedimos Sua ajuda. Se você esperar para ver como será a colheita antes de dar a Deus a Sua parte, será visto por Ele como um homem de pouca fé. Ele com certeza percebeu minha justificativa falsa.”
Sem a fé necessária, não houve o resultado esperado. Em vez da prosperidade que o negócio prometia, enfrentou uma enxurrada de problemas e terminou o período endividado. Percebeu que Deus não estava interessado no valor de seu dízimo, mas na atitude que demonstrasse fidelidade e fé incondicional. Resolveu fazer muito mais para Deus, fez um pacto de fidelidade e obediência. Uma sociedade com Ele.
Dali em diante recebeu, em troca de sua obediência irrestrita, uma sabedoria que até hoje espanta aqueles que estudam sua vida. Inevitavelmente, tornou-se milionário e extremamente respeitado entre seus concorrentes, que jamais entenderam (e não entendem até hoje) como ele conseguia estar tão à frente de seu tempo. Tornou-se mundialmente reconhecido como líder no desenvolvimento e fabricação de equipamentos pesados. Seus inventos representaram quase 70% dos equipamentos de terraplanagem e veículos de engenharia usados pelas forças aliadas durante a Segunda Guerra Mundial.
Entre suas invenções estão o pneu de borracha de baixa pressão para veículos pesados, o sistema de tração elétrica e o equipamento móvel de perfuração em alto mar. Além de máquinas que, com um simples apertar de botão, podiam mover toneladas de terra e possibilitaram o desenvolvimento do mundo no século 20. Podemos dizer, sem medo de errar, que o século 21 não teria chegado tão longe sem as invenções de LeTourneau.
Visto como um gênio da engenharia, ele escreveu em seu livro “Mover of men and mountains”: “Eu sou apenas um mecânico que Deus tem abençoado. Ele usa os fracos para confundir os fortes. Não há explicação lógica para o fato de eu ter desenvolvido essas máquinas. Eu não passei da sétima série na escola. Aos trinta anos, eu estava falido e endividado.”
LeTourneau via seu trabalho como um serviço a Deus, e já não se limitava mais ao dízimo. Gradualmente aumentou o percentual, até que chegou a doar 90% de sua renda à obra de Deus. Além disso, dedicava sua vida a ganhar almas, pagando de seu próprio bolso viagens para dar seu testemunho em palestras pelo mundo.
Enxergando o que era realmente importante, entendia que tudo pertencia a Deus, e que ele estava simplesmente administrando o que não era seu. Ao ser questionado sobre os valores doados à igreja, disse: "A questão não é o quanto do meu dinheiro dou a Deus, mas sim o quanto do dinheiro de Deus guardo para mim mesmo."


PENSE!



Estudiosos chegaram à conclusão de que o que mais destrói o cérebro humano não é a idade, nem a alimentação. Não são as doenças ou a ausência de atividades físicas. “O QUE MAIS DESTRÓI O CÉREBRO HUMANO É A FALTA DE USO”.
Hoje, empresas inteligentes já entenderam que não é lucrativo contar apenas com os colaboradores do pescoço para baixo. Se uma pequena equipe de pensadores é capaz de realizar revoluções na empresa, imagine se elas pudessem contar com a mente de todos os funcionários!
Pois é, eles já perceberam isso, e estão começando a incentivar, e até exigir, que seus funcionários pensem.
Uma importante multinacional colocou em todas as mesas dos escritórios (de pessoas que consideram de QI elevado) uma plaqueta com a palavra PENSE!!! Uma montadora no interior de São Paulo deu a um simples colaborador um carro 0km por ele ter dado uma ideia que reduziu 3 segundos o tempo de montagem de um veículo.
O que eu quero dizer é que daqui a algum tempo, as demais empresas irão copiar esse novo padrão de excelência, para se tornarem inovadoras e competitivas e, em breve, até o trabalhador braçal, que não usar a mente, não terá mais espaço no mercado de trabalho.
Se não acredita, observe a empresa onde você trabalha. Um tempo atrás eram dadas as mesmas tarefas ao cargo que você ocupa, ou cada vez tem-se exigido mais?
PENSE nisso.
Danilo

UMA OSTRA QUE NÃO FOI FERIDA NÃO PRODUZ PÉROLAS


Pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou grão de areia.
Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada nácar. Quando um grão de areia penetra nela, as células do nácar começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado, uma linda pérola vai se formando.
Uma ostra que não foi ferida, de modo algum produz pérolas, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
O mesmo pode acontecer conosco.
Você já se sentiu ferido pelas palavras rudes de alguém?
Já foi acusado de ter dito coisas que não disse?
Suas ideias já foram rejeitadas ou mal interpretadas?
Você já sofreu o duro golpe do preconceito?
Já recebeu o troco da indiferença?
Então, produza uma pérola!
Cubra suas mágoas com várias camadas de AMOR.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam por esse tipo de movimento. A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos e mágoas, deixando as feridas abertas e alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.
Assim, na prática, o que vemos são muitas "Ostras Vazias", não porque não tenham sido feridas, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em amor.
Um sorriso, um olhar, um gesto, na maioria das vezes, vale mais do que mil palavras!

Colaborou: Gabriela Coimbra

O GRITO QUE NINGUÉM OUVE




Meditando neste provérbio, encontrei algo interessante:
“Escutem! A Sabedoria está gritando nas ruas e nas praças. Nos portões das cidades e em todos os lugares onde o povo se reúne, ela está gritando alto, assim: Gente louca! Até quando vocês continuarão nesta loucura? Até quando terão prazer em zombar da sabedoria? Será que nunca aprenderão?” Provérbios 1.20-22
Quer dizer: em todo lugar, em toda situação, há chance de aprender. A sabedoria está ao nosso redor, gritando, tentando chamar nossa atenção. Lições esperando para serem aprendidas, espalhadas por toda parte. Aprendizado, como frutas maduras na beira da estrada, esperando alguém passar e levar.
A sabedoria, neste provérbio, simboliza o próprio Deus (por isso a Bíblia dá o “S” maiúsculo à palavra). É Ele quem quer nos ensinar por meio de toda e qualquer oportunidade, boa e ruim. Não é preciso um QI elevado para entendê-Lo, tampouco uma superespiritualidade. Só é necessário humildade e atenção.
Esta sabedoria, que Deus quer compartilhar conosco, é muito mais valiosa do que conhecimentos adquiridos em livros e universidades. Trata-se de sabedoria para a vida, para conquistar e estabelecer a felicidade – coisas que os sábios deste mundo não conseguem achar. Sabedoria para ter um casamento feliz, viver em paz, mesmo no meio da guerra, desviar-se do mal, vencer a si mesmo, construir uma vida íntegra.
Você também pode adquirir esta sabedoria. Mas, para isso, terá de aprender a sintonizar a Voz de Deus, acima das vozes deste mundo barulhento.

DE ONDE VEM A CORAGEM PARA O SUICÍDIO?




Quando vemos cenas de pessoas dando cabo de suas vidas, se lançando do alto de um prédio, jogando-se na frente de um automóvel, ou dando um tiro na cabeça, perguntamos como pode uma pessoa ter coragem para tomar tamanha e drástica atitude contra si própria.
As respostas são: problemas sem aparente solução como dívidas, perda de um grande amor, traições sofridas pelo cônjuge, enfim. Mas todas essas situações são argumentos usados por pessoas que pensam que ao terem sua alma separada do corpo (morte) entrarão em um ambiente de paz e de solução para seus respectivos problemas. No entanto, se enganam e, infelizmente, mergulham num abismo profundo onde seus novos problemas serão insolúveis e eternos.
“Logo ao desembarcar, veio da cidade ao seu encontro um homem possesso de demônios que, havia muito, não se vestia, nem habitava em casa alguma, porém vivia nos sepulcros.” Lucas 8.27
Observando as Escrituras Sagradas, vemos que, na verdade, a coragem de uma pessoa assassinar sua própria vida vem de um tormento insuportável colocado pelo diabo, que usa essas situações citadas acima.
O gadareno era um homem assim. Vivia nos sepulcros buscando um alívio; não se vestia, pois a agonia era tão grande que a própria roupa o incomodava; não habitava em casa; e vivia perambulando pelos caminhos. Não é assim que muitos vivem? Ou, quem sabe você, que está lendo agora esta mensagem, esteja vivendo esse momento?
“Porque Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem, pois muitas vezes se apoderara dele. E, embora procurassem conservá-lo preso com cadeias e grilhões, tudo despedaçava e era impelido pelo demônio para o deserto.” Lucas 8.29
A quantidade de demônios era tão grande que quando agoniavam aquele pobre homem, ele, alucinado, multiplicava suas forças, a ponto de despedaçar cadeias e grilhões.
Esses demônios o deixaram por ordem do Senhor Jesus e atacaram os porcos que pastavam próximo. Observe a atitude deles ao sofrerem o tormento do inferno em seus corpos.
“Tendo os demônios saído do homem, entraram nos porcos, e a manada precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do lago, e se afogou.” Lucas 8.33
Agora eu entendo a coragem de alguém desistir da vida, ferindo-a até a morte. Elas querem acabar com o tormento em que vivem, causado pelo diabo, achando que seu motivo é uma das situações citadas acima. Por isso todos nós, que temos o conhecimento do amor e da graça de nosso Senhor Jesus Cristo, não podemos cansar de fazer o bem, mostrando um novo horizonte para essas pessoas e lutando pela alma delas até os últimos segundos de nossa vida aqui nesta Terra.
Seja um ganhador de almas.
Aí onde você mora, trabalha ou estuda, certamente alguém ao seu lado está pensando, pensou ou até já tentou o suicídio. Deus está contando com você para impedir tamanha tragédia!
Deus os abençoe!